O Google acaba de oficializar o Nano Banana 2.1 com melhorias gerais, avanços em design visual, edição por máscara e consistência de sujeitos. A versão atualizada do modelo de geração e edição de imagens via inteligência artificial foca em aprimorar a experiência do usuário em cenários reais de criação.
O lançamento expande o trabalho iniciado com o Nano Banana 2 (Gemini 3.1 Flash Image), disponibilizado no início do ano — que combinava a qualidade da versão Pro com a velocidade dos modelos Flash —, e agrega a renderização de texto aprimorada e a melhor consistência de objetos.
Segundo o próprio Google, a evolução do Nano Banana 2.1 está dividida em três pilares fundamentais: design visual, edição baseada em máscaras e consistência do sujeito.
Tratando de cada ponto separadamente, o modelo torna-se capaz de gerar composições visivelmente superiores e recursos gráficos mais polidos. Além disso, permite ao usuário selecionar e modificar áreas específicas de uma imagem existente de forma precisa, sem precisar recriá-la do zero.
Por último, a ferramenta é capaz de preservar a aparência e a identidade de pessoas ou objetos ao realizar edições ou gerar múltiplas imagens relacionadas — sendo este um dos recursos mais úteis para os usuários do ecossistema do Gemini.
A atualização já está disponível para desenvolvedores sob o identificador ‘gemini-nano-banana-2.1’. A novidade suporta entradas em texto, imagem, áudio e vídeo, oferecendo suporte para a criação de imagens nas resoluções 1K, 2K e 4K.

O Nano Banana 2.1 também já está sendo distribuído para o aplicativo Gemini, AI Mode na Busca do Google, Google AI Studio, Google Flow, Stitch, Google Ads e Gemini Enterprise Platform.
A nova versão chega para acirrar a competição no segmento de geração de imagens. Atualmente, o ChatGPT Images 2.5 da OpenAI lidera o setor de geração e edição, destacando-se por reter alterações anteriores durante o refinamento sem alterar partes preservadas ou degradar a imagem original.





